Cada texto aqui sai das Condições Gerais do produto e diz de onde tirou a resposta. Sem promessa de cobertura, sem número inventado — para você decidir sabendo o que está contratando.
O que a apólice cobre de verdade — e o que ninguém lê antes de precisar.

O plano mais caro não é o mais certo, e o mais barato quase nunca é. Quatro perguntas sobre a sua viagem decidem o nível — e nenhuma delas é sobre preço.

Existem dois caminhos: a assistência paga direto, ou você paga e é reembolsado. Quem escolhe o segundo sem precisar costuma receber menos, e a razão é uma só.

Muitos cartões incluem assistência em viagem de verdade. Outros incluem menos do que o nome promete. Há cinco coisas no regulamento do seu cartão que decidem a resposta.

A Porto publica versões novas das Condições Gerais de tempos em tempos. A que vale para a sua apólice não é a que está no site hoje — é a que estava em vigor no dia em que você contratou.

A resposta que circula na internet mistura duas coisas diferentes: onde a lei obriga e onde o agente de fronteira pode pedir. A distinção muda o que você precisa levar.

Existe uma exclusão específica para moto como transporte principal em 12 países sul-americanos. É a cláusula que mais surpreende motociclista, e ela vale para todas as coberturas da apólice.

Quase toda negativa cai em um punhado de motivos previsíveis. Saber quais são serve para duas coisas: evitar a maioria antes de viajar, e reconhecer quando vale contestar.

A maioria das pessoas contrata seguro viagem pensando em cancelamento de passagem. Se o trecho principal não é de avião, essa cobertura simplesmente não se aplica — e está escrito nas Condições Gerais.

Muita gente contrata achando que "cobertura de bagagem" é uma coisa só. São três, com regras próprias, e a mais usada na prática nem é a que você imagina.

Cancelamento de Viagem protege o dinheiro que você já gastou se não conseguir ir. Interrupção protege quem já foi e precisou voltar. Uma não cobre a outra.

Você pode ligar e pedir o serviço, ou pagar e pedir reembolso depois. A escolha muda o que você precisa fazer no momento do problema — e quase sempre a ligação é melhor.

Cobre as taxas de reemissão do passaporte de emergência. Mas há uma exclusão específica que costuma custar mais caro que o passaporte: a segunda via dos vistos.

A cobertura existe, mas dois números e uma lista de causas definem se você recebe. Trânsito no caminho para o aeroporto, por exemplo, está expressamente fora.

Existe plano nacional, e ele tem uma regra que quase ninguém conhece — a cobertura só começa quando você está a mais de 100 km de casa.

90 anos para viagens de até 120 dias, 70 anos para viagens mais longas. O limite não é sobre a idade sozinha: é sobre a combinação de idade e duração.

Um te leva a um hospital melhor no destino. O outro te traz de volta ao Brasil. São coberturas separadas, e quem decide o meio de transporte não é você.

Acompanhamento de Menor resolve a pergunta que ninguém faz antes de viajar em família: se o adulto for internado no exterior, quem cuida da criança e como ela volta?

Esquiar, mergulhar, fazer trilha ou rafting está coberto quando a prática é amadora e a lazer. O que tira a cobertura é outra coisa, e quase ninguém sabe qual.

Diferente do plano de saúde, o seguro viagem não tem período de espera. A cobertura vale desde o primeiro dia de vigência — mas há um detalhe sobre quando a vigência começa.

Diabetes, hipertensão, asma. Se a doença que você já tinha gerar uma crise durante a viagem, há cobertura. O que não há é cobertura para continuar o tratamento de sempre.

A cobertura existe normalmente durante a gestação, mas há um limite claro no documento: a partir da 30ª semana, situações decorrentes de gravidez e parto ficam de fora.

Não é quando você paga. Para viagem terrestre existe até uma distância mínima — 100 km — antes de a cobertura entrar em vigor.

Sim, e há um prazo específico na lei e no contrato: 7 dias corridos após a emissão da apólice. Mas três condições precisam ser verdadeiras ao mesmo tempo.

Toda apólice tem uma seção de riscos excluídos. Vale cinco minutos agora para não virar surpresa em outro país, sem falar a língua.

A exclusão de pandemia no contrato não é sobre a doença em si — é sobre haver ou não declaração de pandemia pelos órgãos competentes no momento do evento.

A maioria das pessoas conhece três. A lista completa ajuda a entender por que dois planos com o mesmo nome podem custar valores muito diferentes.
Para quem fica — e, mais vezes do que se imagina, para quem contrata.

Morte é a cobertura básica, e é só o começo. Antecipação por doença grave, invalidez, diárias por incapacidade e despesas médicas pagam ao próprio segurado — e quase ninguém sabe que contratou.

A lista de exclusões é curta e tem duas ressalvas que quase ninguém conhece: prática de esporte e ato de socorrer alguém estão expressamente protegidos.

A crença de que suicídio nunca é coberto é falsa. A exclusão vale 24 meses, e depois disso a cobertura existe. Está no Código Civil e nas Condições Gerais.

O seguro em grupo acaba junto com o emprego — e costuma acabar no pior momento possível. Entenda o que você perde no dia da demissão e o que o individual cobre a mais.

O prazo legal é de até 30 dias e não é preciso advogado. O que atrasa quase sempre é outra coisa — e dá para resolver hoje, em cinco minutos, ainda em vida.

Faz — e o motivo não é quem fica. É você. Invalidez, doença grave e afastamento do trabalho são acionados pelo próprio segurado, em vida.

Não é contrato perpétuo. Dá para cancelar e, em alguns produtos, resgatar parte do que foi pago. O que muda tudo é entender qual tipo você está contratando.

Boa parte das coberturas é acionada com o segurado vivo — afastamento do trabalho, câncer, invalidez, acidente. Quem acha que é "seguro de morte" contrata errado ou não contrata.